Acho que exorcizei alguns demónios esta noite.
Acordei com as almofadas espalhadas pelo chão e ao contrário. Dei uma, talvez várias voltas de 180º e estava virada ao contrário na cama. Mesmo assim, soube logo que estava em casa.
Dormi muito, tudo seguidinho. Tão bom!
P. s: Sandálias vermelhas com apliques de rubis, safiras e diamantes guardadas por uma cobra venenosa, no Harrold's acho eu. Hot.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
isto foi ontem
Escrevi um texto que vou partilhar aqui com alguns, necessários, cortes.
(...) apoderou-se de mim. Sem avisar.
Em tudo errado e eu a deixar crescer, a alimentar. Tenho um íman para coisas sem futuro e com elevado grau de probabilidade de serem bem doentias. (...)
Adivinha-se o pior e eu continuo a avançar. Digo que não, mas é mentira.
Tenho dificuldade em controlar a mente quando o corpo entra em turbilhão. Sou dominada pela irracionalidade, não passo de um animal nesta fase. (...)
(...) apoderou-se de mim. Sem avisar.
Em tudo errado e eu a deixar crescer, a alimentar. Tenho um íman para coisas sem futuro e com elevado grau de probabilidade de serem bem doentias. (...)
Adivinha-se o pior e eu continuo a avançar. Digo que não, mas é mentira.
Tenho dificuldade em controlar a mente quando o corpo entra em turbilhão. Sou dominada pela irracionalidade, não passo de um animal nesta fase. (...)
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Dia Branco
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Ensinou-me a resistir. Obrigou-me a lutar sempre, custe o que custar. Não me conformar. Pensar por mim, com a minha cabeça. Ver para além. Depender de mim, arregaçar as mangas e começar de novo se for preciso, as vezes que for preciso.
O feitiço virou-se contra ele, vezes sem conta e ainda hoje: discussões fenomenais porque, no fundo, somos iguais.
Eu e o meu pai.
Hoje fui deixá-lo no barco, carregadíssimo lá com as mercadorias dele porque teimou em não ir de carro porque gasta gasolina e demasiado dinheiro em parquímetro. Deixei-o na hora de calor, carregadíssimo, no barco. Custou-me horrrores.
O feitiço virou-se contra ele, vezes sem conta e ainda hoje: discussões fenomenais porque, no fundo, somos iguais.
Eu e o meu pai.
Hoje fui deixá-lo no barco, carregadíssimo lá com as mercadorias dele porque teimou em não ir de carro porque gasta gasolina e demasiado dinheiro em parquímetro. Deixei-o na hora de calor, carregadíssimo, no barco. Custou-me horrrores.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
So eu
O meu espectacular arroz branco estava ao lume quando me dirijo à WC. Acendo a luz e... FZZZ, BUM! A lâmpada explode e desfaz-se em faíscas e mil pedacos fumegantes em direcção à minha cabeça não fosse eu ter ficado especada na porta.
Resultado: o arroz salgadíssimo.
É por isso que detesto cozinhar.
Agora vou-me embora e não tenho tempo de comprar lâmpadas. Vou chegar sexta à noite e ter um ataque de nervos porque não vou ver um palmo quando entrar na casa de banho aflita para fazer xixi como sempre que chego a casa.
Resultado: o arroz salgadíssimo.
É por isso que detesto cozinhar.
Agora vou-me embora e não tenho tempo de comprar lâmpadas. Vou chegar sexta à noite e ter um ataque de nervos porque não vou ver um palmo quando entrar na casa de banho aflita para fazer xixi como sempre que chego a casa.
Birra
Não quero ir três dias pra fora, não queeeroooo! Nããããããoooooo!
Quero ficar aqui em casa sossegada sem ter que falar com ninguém, nem olhar, estar na minha vida, nos meus horários, dormir na minha cama. Não quero iiiiiirr...
chuif
Quero ficar aqui em casa sossegada sem ter que falar com ninguém, nem olhar, estar na minha vida, nos meus horários, dormir na minha cama. Não quero iiiiiirr...
chuif
terça-feira, 28 de agosto de 2007
sábado, 25 de agosto de 2007
Praias

Hoje fui "estrear" as praias urbanas da Costa, as que estão a ser recuperadas. Aquelas que guardo nas primeiras memórias que tenho de ir à praia. Ia muito com a minha avó durante o mês de Junho que eram as férias dela. Todos os dias me comprava um pirulito: uma espécie de rebuçado num palito que me cortava a língua toda ao fim de umas chupadelas de tão aguçado que ficava. Chegávamos de autocarro e, à saída esperávamos numas paragens que eu adorava porque tinham uns ferrinhos onde me empoleirava em cambalhotas sem fim. Estas paragens ainda hoje só funcionam na época balnear e eu já não me empoleiro lá porque ando de carro. E também porque já sou demasiado grande: bato com a cabeça no chão. Não experimentei, é só um feeling.
Tinha tantas saudades destas praias, já nem me lembrava do luxo de as ter.
E há também as de S. João. O cheiro daquelas praias traz-me as minhas primas e eu em pequenas. Horas sem fim sempre dentro de água e a brincar às esculturas na areia. As nossas mães preocupadas porque o mar ficava longe na maré vazia e tinham medo que nós nos perdêssemos. Foi lá que inventámos os sapinhos com fome... aquela careta que faço nas fotos? Vem daí! Há quatro ou cinco anos quando lá cheguei e vi a praia a um terço chorei de desgosto. Hoje estão a metade disso.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Palavrinha ao destino
Alôoo, eu não sou assim tão resistente nem senhora de tantos princípios. Portanto, dá pra não provocar?
Obrigada
Obrigada
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
7 Coisas
corre por aí o desafio de escrever sete factos casuais sobre a nossa vida e passar o desafio a outras sete pessoas. Eu só vou cumprir a primeira parte, que é esta:
1 - adoro tomar o pequeno almoço a ver desenhos animados;
2 - detesto ouvir "és especial" porque me soa sempre a prémio de consolação;
3 - a primeira coisa que faço quando acordo ainda é ir à procura dos óculos;
4 - não tenho o mínimo sentido de orientação: já dei comigo em alcácer do sal a caminho de óbidos (sendo que saí de almada...);
5 - a minha primeira reacção a um problema é sempre fugir a sete pés;
6 - não vivo sem praia... com areia!
7 - não sei fazer compras na zara, nem berska, nem em lojas com áreas superiores a 20 metros quadrados.
1 - adoro tomar o pequeno almoço a ver desenhos animados;
2 - detesto ouvir "és especial" porque me soa sempre a prémio de consolação;
3 - a primeira coisa que faço quando acordo ainda é ir à procura dos óculos;
4 - não tenho o mínimo sentido de orientação: já dei comigo em alcácer do sal a caminho de óbidos (sendo que saí de almada...);
5 - a minha primeira reacção a um problema é sempre fugir a sete pés;
6 - não vivo sem praia... com areia!
7 - não sei fazer compras na zara, nem berska, nem em lojas com áreas superiores a 20 metros quadrados.
sábado, 18 de agosto de 2007
correr
Ir correr não só é um desafio físico como psicológico. Eu nem gosto muito de correr, mas uma miúda tem que manter algum físico.
Quando vou de manhã começo por ficar na ronha de propósito para ver se fica demasiado calor se for no verão, ou se chove se for inverno.
Lá me arrasto para fora da cama e sou assaltada por uma fome desmesurada que, a ser saciada, será impeditiva de ir então à corridinha.
Adio a fome e equipo-me.
Já na rua começa o cérebro a enviar mensagens pelo corpo: está muito calor, isto deve fazer mal; dói o joelho, se calhar é melhor parar; dói a cabeça, vamos parar?; dói o pé; as costas, o dedo mindinho... E não desisti até porque tenho aquela mariquice de colocar nos ténis e no IPOD e não quero baixar a média. Consegui com isto a improbabilidade de enganar o meu próprio cérebro.
A música nos ouvidos e na mente tem ainda o mérito de me distrair dos carros a buzinar e dos anormais que mandam bocas. Além de que me abstrai. É a minha forma de meditação.
Ultrapassados todos os obstáculos invade-me uma sensação de vitória e bem-estar que me acompanha ao longo do dia todo. Aconselho.
Quando vou de manhã começo por ficar na ronha de propósito para ver se fica demasiado calor se for no verão, ou se chove se for inverno.
Lá me arrasto para fora da cama e sou assaltada por uma fome desmesurada que, a ser saciada, será impeditiva de ir então à corridinha.
Adio a fome e equipo-me.
Já na rua começa o cérebro a enviar mensagens pelo corpo: está muito calor, isto deve fazer mal; dói o joelho, se calhar é melhor parar; dói a cabeça, vamos parar?; dói o pé; as costas, o dedo mindinho... E não desisti até porque tenho aquela mariquice de colocar nos ténis e no IPOD e não quero baixar a média. Consegui com isto a improbabilidade de enganar o meu próprio cérebro.
A música nos ouvidos e na mente tem ainda o mérito de me distrair dos carros a buzinar e dos anormais que mandam bocas. Além de que me abstrai. É a minha forma de meditação.
Ultrapassados todos os obstáculos invade-me uma sensação de vitória e bem-estar que me acompanha ao longo do dia todo. Aconselho.
Nao durmo
Estou acordada desde as 2 da manhã de hoje e ainda não tenho sono. Dormi uma média de 3 horas desde domingo. O que é que se passa? Que despertina é esta? Quem me conhece sabe que, se há coisa que eu faço e muito é dormir! É que tudo me dá sono: nervos, ansiedade, cansaço, frio, calor e até fome. Isto é o quê?...
Estou a ver se afogo a pica numa cerveja. Bela desculpa.
Estou a ver se afogo a pica numa cerveja. Bela desculpa.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Kizomba
"Essa tem magia..."
"Essa tem romance, mas não quero abusar..."
Há coisa mais linda? E eu perdida de riso. Sem saber, mas já adivinhando que ia recorrer a esta imagem em dias sem tanta graça assim.
"Essa tem romance, mas não quero abusar..."
Há coisa mais linda? E eu perdida de riso. Sem saber, mas já adivinhando que ia recorrer a esta imagem em dias sem tanta graça assim.
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