domingo, 11 de novembro de 2007

sábado, 10 de novembro de 2007

Remodelaçoes

Já não aguento azulejos, pedras, materiais, cores, tipos, formas... e ainda agora comecei.
Mas vai ficar muito minha, isso sem dúvida.
Procuro-te. Olho para todos os lados e não estás em nenhum.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Ou isso, ou estou num dia bom

Descobri que a persistência genuína e desinteressada me desarma.
Não é a simples teimosia porque isso, pelo contrário, atiça-me a casmurrice.
Alguém, há anos (praí uns seis!), convida-me pra jantar. Primeiro num tom insistente e irritante que logo desprezei. Depois, numa de se fazer engraçado que desprezei também e aí com prazer. Agora num registo de esperança quase perdida, que me chamou a atenção. Tem graça.
Não estou aqui a desvendar nenhum truque de conquista até porque não vou jantar na mesma.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Passagem de bola profissonal

Como interpretar?

opção A: Já fiz o que podia até aqui, faz tu o resto.
opção B: Decide tu que a mim não me apetece/não tenho coragem/não quero ter essa responsabilidade.

Querendo ou não, apetece-me rematar com um estoiro.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

xico-espertice insuportáveeeel!!!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Pedido

Vem para perto de mim e fica.
Disfruta-me, enlaça-me, conquista-me cada dia.
Faz-me sentir feliz: importante, única.
Tira-me do marasmo, da desilusão, da descrença e do pessimismo.
Renasce comigo.

sábado, 3 de novembro de 2007

esta coisa que asfixia...

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Enchi um caderninho de sonhos

Ganhei este hábito porque são tantos os sonhos e tão reais e as sensações de "dejá vu" que decidi ir anotanto para ver se existe alguma relação. E existe sim, às vezes.
Hoje sonhei que estava na praia, e que a m me ligou, como faz muito, a perguntar se estava bom tempo, se dava para ir ter comigo. Eu respondo que sim, está calor e começo a dirigir-me para o nosso sítio. Por algum motivo eu estava ainda um bocadinho longe e fico de repente com a sensação que estava ali senão há vários dias, pelo menos desde a noite anterior. Olhei em volta e estavam umas pessoas demasiado junto a mim causando-me uma sensação de surpresa desagradável.
Começo a andar e o dia solarengo e azul começa a ficar negro. Ficou de noite, como num eclipse, o vento começa a soprar gelado e a areia a levantar e a formar círculos. subo umas escadas a correr e tento pegar na bicicleta. Não consigo abrir o cadeado, sinto-me a bloquear e em pânico.
Acordei com uma sms.
Parece que há alguém que me salva até dos pesadelos.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

coisas estupidas que me acontecem

Como partir em mil pedaços um prato que estou a lavar e cortar-me toda.
Das duas uma ou deixo de lavar loiça de manhã quando acordo porque, pelos vistos, venho com uma força sobrenatural ou compro loiça em aço.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Perai! Ha Dois!!


Oh meu deus, um mal nunca vem só: Jonathan Haagensen

Fofura

É que não aguento.

Tive de o publicar para poder vir sempre aqui olhar pra ele: Phellipe Haagensen.

Afinal, ainda nao sou um caso perdido.

Olha agora, por exemplo, não me apetecia estar sozinha.


os beijinhos da Jodie Foster não são repenicados, são como os daquelas tias com bigode... ou sem dentes? não sei bem.

domingo, 28 de outubro de 2007

Elas foram jantar ontem

Não pude ir, tinha trabalho. Fiquei triste. Tenho saudades delas, da histeria quando estamos juntas, de dizer obscenidades aos gritos e de fazer ainda pior se alguém nos está a ouvir ou a ver. De relembrar pela milésima vez as peripécias de muitas viagens e pelo mundo e pela vida que tivémos juntas.
Ainda hoje não sei bem o que fazer quando estou em casa nos dias em que haveria treino, nunca recuperei da vossa perda...
Foi por isso que enviei aquele mail, por despeito (vá sim, riam-se e fazam trocadilhos sobre como o despeito em mim é uma utopia, eu espero que párem de rir e gozar....). Doeu-me e senti como uma desconsideração. Não pude ficar calada. É que entretanto também perdi aquela coisa de olhar para algumas com aquela admiração incondicional. Sim, nós as mais novas sempre olhámos para vocês lá no alto com aquele medo de como seria no dia em que entrássemos na rítmica de grupo. Havia aí também uma certa autoridade que vos reconhecíamos e, ao crescer e evoluir transformámos isso em respeito, confiança, respeito, proximidade.
Já sei que estou a exagerar e que vão haver mais jantares, mas doeu.
Já disse que vos adoro?

acerca da menina