quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Balanços e outros desequilíbrios

Já se sabe que este é tempo de alguma ponderação, planos e alguns desejos que pedimos ao ano novo na esperança de nos dar menos trabalho do que se tivéssemos que lutar de verdade.
Tive um óptimo ano, cheio de sensações novas. A minha reserva de magia e sonhos felizes está bem recheada e vou poder lá ir buscar forças muitas vezes. Quero e vou corrigir alguns erros, o que estiver ao meu alcance, não para que fique "limpa", mas para dar lugar a novos ciclos.

Não gosto da obrigação que temos de nos divertir na passagem de ano, lido mal com essa pressão e todos os meus planos para essa altura costumam sair frustrados. E, como detesto falhar, prefiro não fazer planos nenhuns. Além disso, adoro ser do contra, então nesta passagem de ano comi uvas (que é a tradição em Espanha, por acaso) mas não sei se comi as doze, comi as que me apeteceu. Não vesti a cuequinha azul, dei-me ao trabalho de ir comprar umas, mas com estrelinhas douradas. E, para ser ainda mais do contra, diverti-me. E muito.
Até posso dizer, sem nenhuma pretensão, que suscitei uma paixoneta. Mesmo tendo-o escorraçado e enchotado mil vezes de perto de mim, o gajo não me largava: um chiuaua chamado "xiró" (branco em japonês ou chinês que, por estranho que vos pareça, não se soletrar) que levei o tempo todo a baptizar: "micha"; "muchi muchi"; etc. "Histérico" também foi usado, mas não fui eu que baptizei.
Acho que a melhor frase da noite foi: "tenho uma amiga que meteu uma banda drástica no estômago para emagrecer". Não vou dizer a autora, seria desnecessário.

2 comentários:

P disse...

A Pereira pergunta se conheces algum pai buda Tiago?
Beijo

Patrícia disse...

BOM ANO!!!
SÊ MUITO FELIZ E DIVERTE-TE MUITO!

acerca da menina